Ícone do site PlayHammer | Seu portal do Entretenimento

Ubisoft e as ‘Casas Criativas’: Yves Guillemot Manda o Papo Reto

Ubisoft creative houses

Alô, alô, marcianos (e gamers)! O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, mandou um memorando interno para a galera da empresa, e o bicho pegou! Parece que a Ubisoft vai passar por uma reestruturação daquelas, com a criação de ‘Casas Criativas’. Para quem não é do ramo, isso soa tipo Hogwarts, mas em vez de magia, a gente vai ter que lidar com bugs e microtransações. É, a vida não é fácil nem para os bruxos dos games.

Para a gente que está do lado de cá da tela, essa notícia é um misto de esperança e desconfiança. A Ubisoft, convenhamos, tem uma relação de amor e ódio com os jogadores. A gente ama “Assassin’s Creed”, mas odeia os bugs. A gente adora “Far Cry”, mas reclama do mapa gigante e vazio. É tipo aquele parente chato que a gente ama, mas que sempre faz uma piada sem graça no almoço de domingo. A gente atura, mas reclama por debaixo dos panos.

O tal memorando do Yves Guillemot fala em “Casas Criativas” para impulsionar a inovação e a qualidade dos jogos. Isso é música para os nossos ouvidos, que já estão cansados de ver os mesmos jogos com roupagem diferente. A gente quer novidade, quer ser surpreendido, quer sentir aquela emoção de jogar algo que realmente valha a pena. É tipo quando a gente descobre uma banda nova que ninguém conhece, mas que tem um som que te arrepia. A gente quer isso nos games!

Mas a desconfiança é inevitável. Quantas vezes a gente já ouviu promessas de “inovação” e “qualidade” que no final se transformaram em mais do mesmo? É tipo quando a gente compra um jogo no lançamento, cheio de hype, e depois descobre que ele está mais bugado que a vida financeira de um universitário. A gente fica com o pé atrás, né? É a síndrome de Estocolmo do gamer: a gente apanha, mas continua voltando.

Então, vamos torcer para que essas “Casas Criativas” da Ubisoft realmente tragam algo de novo para o cenário dos games. Que elas nos surpreendam com histórias incríveis, jogabilidades inovadoras e, acima de tudo, jogos que funcionem no lançamento. Porque, no fim das contas, a gente só quer se divertir e esquecer um pouco dos problemas da vida real. E se a Ubisoft conseguir fazer isso, a gente perdoa até os bugs do “Assassin’s Creed Unity”. Ou quase.

Sair da versão mobile