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Raven Software conquista primeiro contrato sindical – e Microsoft leva um plot twist corporativo

Ravensoftware

As coisas andam agitadas nos bastidores do mundo dos games e, desta vez, o enredo rivaliza com final de temporada de série: a Raven Software, famosa por seu papel em Call of Duty e outros sucessos, garantiu o primeiro contrato sindical dentro da Microsoft após uma longa batalha digna de protagonista de RPG. Isso mesmo! Sindicalização em estúdio de jogos, contrato assinado, e a Big Tech acenando com aquela carinha de quem fala “somos todos uma família” — só que com advogados bem armados no backstage.

A negociação foi tudo menos tranquila. Raven enfrentou fases dignas dos chefes mais cascudos, com idas e vindas entre pedidos salariais, condições de trabalho e direitos de estabilidade. O acordo marca um divisor de águas não só para os devs do estúdio, mas também para toda a Microsoft, que há pouco tempo soava avessa até à ideia de ouvir ‘união de trabalhadores’. Parece que agora nem chefão escapa da marretada sindical, e isso pode inspirar outros estúdios a seguir pelo mesmo caminho (pode começar a escrever o roteiro aí, Hollywood!).

O resultado é um dos contratos mais avançados em termos de direitos e benefícios vistos em estúdios de games dos EUA, incluindo salário competitivo, home-office flexível e até cláusula anti-crunch pra evitar a temida escravidão de deadlines de lançamento. Virou referência, virou exemplo — e pode virar avalanche, já que outros estúdios estão de olho no desenrolar da trama.

A Microsoft, claro, tenta segurar a pose de boa moça do baile, dizendo que apoia diálogo aberto e valorização dos funcionários — tudo para evitar a próxima greve gamer com trending bass-booster no X. O fato é: sindicalização deixou de ser tabu no mundo de desenvolvimento de jogos, e agora Raven Software é a pioneira a ostentar esse achievement na biblioteca de conquistas do setor.

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