E aí, Helldivers de plantão e defensores da Super Terra! Preparados para mais uma dose de verdades inconvenientes e um balde de água fria nas nossas teorias mais mirabolantes? Hoje, a gente vai falar de um assunto que tem tirado o sono de muita gente e gerado debates acalorados nas trincheiras virtuais: a identidade dos nossos queridos Helldivers. Por muito tempo, rolou uma teoria popular de que os soldados que caem de paraquedas nos planetas infestados de Terminids e Automatons eram, na verdade, clones. Afinal, como explicar a quantidade infinita de Helldivers que a Super Terra envia para a morte certa? Parecia lógico, né? Mas, segurem seus capacetes, porque o co-fundador e Chief Creative Officer da Arrowhead Game Studios, Johan Pilestedt, veio a público para jogar um balde de água fria nessa teoria e nos dar um choque de realidade. É tipo quando você descobre que o Papai Noel não existe, só que com mais explosões e menos presentes. O jogo, que chegou chutando a porta em 2024, virou um fenômeno mundial, levando para casa prêmios como “Melhor Jogo Contínuo” e “Melhor Jogo Multiplayer” no The Game Awards 2024. E agora, um dos cérebros por trás dessa obra-prima vem desmistificar uma das teorias mais queridas da comunidade. Preparem-se para a verdade, por mais dolorosa que ela seja.
A popularidade estrondosa de Helldivers 2 trouxe consigo uma enxurrada de teorias de fãs sobre os mais diversos aspectos do jogo e de sua rica lore. Uma das ideias mais difundidas, e que fazia todo o sentido para a gente, girava em torno da identidade dos nossos bravos Helldivers. A especulação comum era que esses personagens, que enfrentam hordas de inimigos para proteger a Super Terra, eram, de fato, humanos clonados, produzidos em massa para serem bucha de canhão na guerra intergaláctica. Era a explicação perfeita para a natureza descartável dos nossos heróis, que morrem e são substituídos em questão de segundos, sem que a gente sinta muita culpa (afinal, é só um clone, né?). Essa teoria dava um certo conforto moral, permitindo que a gente continuasse enviando nossos Helldivers para missões suicidas sem peso na consciência. Mas, como diz o ditado, a verdade liberta, mas às vezes ela também dói. E o Pilestedt, com seu humor peculiar, fez questão de nos libertar dessa ilusão, revelando que a realidade é muito mais cruel do que a ficção que criamos em nossas mentes.
Em uma interação hilária no Twitter, que foi compartilhada no subreddit oficial de Helldivers, Johan Pilestedt respondeu a um fã, confirmando que os supersoldados de Helldivers 2 não são clones. E ele foi além, afirmando que eles são “pessoas reais com famílias reais”. É, meus amigos, a Super Terra não está clonando ninguém, ela está recrutando gente de verdade para lutar e morrer pela democracia gerenciada. E a parte mais engraçada (e trágica) é que Pilestedt ainda brincou que o fato de os Helldivers serem “colocados em um freezer” e terem uma “expectativa de vida de dois minutos” não é divulgado para as famílias. Imagina a cena: a família do Helldiver recebendo uma carta da Super Terra dizendo que o filho deles está “em uma missão especial” enquanto ele está sendo desintegrado por um Bile Titan. É o tipo de humor negro que a gente adora, mas que também nos faz refletir sobre o custo da liberdade e da democracia. Essa revelação adiciona uma camada de profundidade (e de culpa) à nossa experiência de jogo, transformando cada morte em algo um pouco mais significativo. Agora, cada Helldiver que cai é um pai, uma mãe, um filho, um irmão, um amigo que não volta para casa. É a vida real, só que no espaço e com monstros gigantes.
Essa interação bem-humorada do diretor de Helldivers 2 gerou muitas piadas entre os fãs sobre a natureza “descartável” dos nossos supersoldados. Um fã chegou a comentar que a armadura quase completa dos Helldivers permite que os militares mintam, afirmando que os soldados mortos ainda estão vivos e lutando. É a prova de que a propaganda da Super Terra é tão eficaz que até a morte pode ser maquiada. Outros jogadores sugeriram que a identidade dos Helldivers já era conhecida pela base de fãs há algum tempo, indicando que aqueles que acreditavam na teoria dos clones não estavam prestando atenção no subtexto da história. É o tipo de coisa que faz a gente se sentir um pouco burro, mas tudo bem, a gente perdoa, porque o jogo é bom demais. Essa revelação, por mais que quebre uma teoria popular, reforça a narrativa de sacrifício e heroísmo que permeia o universo de Helldivers 2. Cada Helldiver é um indivíduo que escolheu lutar pela liberdade, mesmo sabendo que suas chances de retorno são mínimas. É a coragem em sua forma mais pura, e a gente está aqui para aplaudir de pé.
E enquanto a gente digere essa nova informação sobre a vida (e morte) dos Helldivers, o jogo continua a todo vapor, com grandes mudanças a caminho. Helldivers 2 está prestes a fazer sua estreia oficial nos consoles Xbox ainda este mês, com lançamento previsto para 26 de agosto no Xbox Series X/S. É a chance de mais jogadores se juntarem à luta pela democracia e experimentarem a emoção de ser um Helldiver. O jogo também recebeu sua terceira grande atualização este ano, “Coração da Democracia”, que adicionou quatro novos inimigos Illuminate e o bioma Mega City, entre outras novidades. Helldivers 2 parece pronto para manter seu ritmo inicial ao longo do resto de 2025, entre sua estreia no Xbox e a Arrowhead constantemente introduzindo novos conteúdos. Então, preparem-se para mais missões, mais inimigos e, claro, mais Helldivers “reais” sacrificando suas vidas pela Super Terra. A guerra está longe de acabar, e a gente está aqui para lutar até o último suspiro (ou até o último Helldiver, o que vier primeiro). E se me dão licença, vou ali chorar a morte do meu Helldiver favorito, que agora eu sei que tinha uma família.