E aí, galera que curte um bom enredo e uma dose de nostalgia! Preparem os corações, porque a notícia de hoje é daquelas que fazem a gente soltar um “Ah, se fosse…” com um misto de tristeza e curiosidade. Parece que Christopher Nolan, o mago por trás da trilogia “O Cavaleiro das Trevas”, deu um chega pra lá em um spin-off do Batman que a Warner Bros. estava cozinhando. É, meus amigos, o homem não brinca em serviço quando o assunto é a integridade do seu universo sombrio e realista do Morcegão.
Lembra daquela época em que a gente achava que o Batman do Nolan era o ápice da perfeição cinematográfica? Pois é, ele continua sendo, mas agora sabemos que quase tivemos uma extensão desse universo que, por algum motivo, não rolou. E o motivo? O próprio Nolan. O cara que nos deu um Bane que a gente mal entendia o que falava, mas que era assustador pra caramba, e um Coringa que redefiniu a vilania no cinema, decidiu que era melhor deixar o morcego hibernando por um tempo.
Para a galera que cresceu com o Batman do Christian Bale, essa notícia é um soco no estômago. Imagina só as possibilidades! Um spin-off focado em qual personagem? No Robin que nunca existiu de verdade na trilogia? Ou talvez um aprofundamento na vida pós-Batman do Bruce Wayne? As teorias são infinitas, e a frustração de não ter visto isso se concretizar é quase tão grande quanto a do Coringa quando o Batman não morria.
Mas vamos ser sinceros, o Nolan é um perfeccionista. Se ele achou que não era a hora ou que a ideia não se encaixava na visão dele, é porque provavelmente seria algo que não faria jus ao legado que ele construiu. Afinal, quem quer ver um spin-off meia-boca depois de obras-primas como “Batman Begins” e “O Cavaleiro das Trevas”? Ninguém, né? É tipo quando a gente tenta reviver um relacionamento antigo que já deu o que tinha que dar. Às vezes, é melhor deixar as boas lembranças intactas.
Então, enquanto a gente sonha com o que poderia ter sido, nos resta reassistir a trilogia do Nolan e apreciar a genialidade do diretor que soube a hora de parar. E quem sabe, um dia, a Warner Bros. não tenta de novo, mas dessa vez com a bênção do mestre. Até lá, continuaremos na torcida por mais filmes de heróis que nos façam sentir como crianças de novo, mas com a maturidade de quem já pagou boleto e sabe que nem tudo na vida é um final feliz de conto de fadas. Ou de Gotham, no caso.